Sobre
Somos um grupo multidisciplinar de pesquisa do Programa Prodocência da Pró-Reitoria de Graduação da UERJ.
Aqui iremos contar muitas histórias musicais de diversos povos originários do Brasil, além de mostrar imagens e disponibilizar referências musicais.
Nossas histórias também estarão gravadas para além de serem lidas, poderem ser ouvidas.
Escolhemos o nome MBAJ para o nosso grupo impulsionados pela história do povo Kisêdjê. Na língua Jê falada por esse povo MBAJ tem dois significados, que estão interligados:
OUVIR E SABER
Nosso maior objetivo com o material que aqui estamos disponibilizando é ampliar o ouvir e o saber de todas e todos sobre os povos originários do Brasil entendendo que só podemos compreender e valorizar o que de fato conhecemos.
Esperamos também, que com as histórias aqui apresentadas seja possível formular novas estratégias de desenvolvimento do ensino, tanto para as licenciaturas quanto para a educação básica, com o povo originário do Brasil incluído em seus repertórios curriculares.
As histórias musicais aqui apresentadas podem ser tanto foco principal ou gerador de abordagens curriculares na Educação Básica e nas Licenciaturas em qualquer disciplina que fazem parte da formação de crianças, jovens e licenciandas/os.
Vivemos numa sociedade onde existem variados estilos de vida e visões de mundo e escolas e universidades precisam abrir cada vez mais espaços de compreensão das diversas dinâmicas culturais. Temos heranças dos povos originários em nosso cotidiano e precisamos reconhecê-las. Temos heróis anônimos e precisamos conhecê-los. Temos modos de ser e de agir que nos remetem a eles. Temos beleza e identidade que afetam nossa subjetividade e afetividade.
MBAJ! Estamos em busca de ouvir e saber tendo em vista nossa cidadania plena com uma identidade cultural consciente e por uma educação brasileira multicultural e inclusiva.
Pensando o multiculturalismo e a inclusão somos impulsionados a dar a devida atenção para a relação que estabelecemos com os povos originários do Brasil, seu direito ao território, suas crenças, seus rituais, sua circularidade, sua oralidade, sua corporeidade, sua ludicidade, seu espírito cooperativo, sua memória, sua ancestralidade e sua musicalidade.
Equipe
Coordenação:
Ilana Linhales (Música)
Bolsistas pesquisadores:
Davi Teixeira da Costa (História da Arte)
Guilherme Cunha Vaz da Silva (Filosofia)
Ryan de Amorim Pereira Iraçabal (Artes Visuais)
Yara Lanes Braido (História)
Mariana Santos (Filosofia)
Jéssica Santos (Geografia)
Beatriz Schuchmann Veloso (Artes Visuais)